sexta-feira, 23 de julho de 2010

To do list:

. fazer boa música
. nunca desistir

quinta-feira, 22 de julho de 2010

pepitas de ouro prestes a serem encontradas.
diamantes em bruto prestes a serem esculpidos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

não entendo as coscuvilhices. até pode nem ser por mal, mas não gosto ouvir pessoas queridas a coscuvilhar sobre outras pessoas... quando alguém me é realmente desagradável, digo-lhe na cara. porque não podem os outros fazer o mesmo? será demasiado egoísta da minha parte pedir que não formem mais discussões sobre isto e aquilo? acho apenas que é um acto de civismo. há que resolver os problemas cara a cara e não nas costas uns dos outros.

não compreendo porque não falam simplesmente. não são tímidos, aliás estão bem longe disso. não são crianças, nem idiotas, nem atrasados mentais. conseguem perfeitamente resolver todos os assuntos se discutirem frente a frente. mas não. porque "parece mal". parece ainda pior quando pessoas bem formadas resolvem armar-se em pitas de 13 anos com as hormonas em alta e vontade de dizer tudo sobre todos...

um deles é-me tão querido, defendê-lo-ia por tanto, que me custa mesmo imenso que ele não diga o que pensa...

[NL]
eu sou como um bicho. atacam o que é meu e eu respondo com unhas e dentes. tenho perfeita noção que não posso dizer tudo o que me vem à cabeça, mas ainda assim posso dizer bastante, ou não seria eu uma revolucionária.

terça-feira, 20 de julho de 2010

chamam-me os deveres presidenciais. já viram isto? "presidenciais"? mas que cena, esta. é bom, não digo o contrário, mas é uma enorme responsabilidade. adoro responsabilidades, fazem-me sentir crescida. se calhar já devia ser mais do que sou, mas dá-me preguiça sair da meninice. diz isto uma tipa que vai fazer 20 anos. pffff... quão deprimente sou eu caramba? nhé, mas que se lixe. sou como sou e quem não gosta mete à borda do prato. chamam-me os deveres presidenciais.
passarinhos grávidos não terão a nossa atenção durante os concertos. nunca!
grandes conselhos, ó NL

domingo, 11 de julho de 2010

Não tenho força.
Não tenho força para continuar.

O amor que lhe tenho a ele,
o amor que tenho àquilo,
o amor que tenho a todos eles...
... ou que todos eles têm por mim...

Não é suficiente, não chega,
não ultrapassa a vontade que tenho de me deitar
e deixar o mundo passar por mim.


Tudo é um momento.
E neste momento quero adormecer e não pensar.

Quero descansar de todos os textos, de todas as pessoas,
de toda a música;
que, no entanto, insistem em não parar, em não sair da minha cabeça.
Ouço gritos cá dentro.
Gritos que não posso reproduzir.

Gritos de libertação.

Se eu pudesse, deixava de pensar e ia para a rua ver, só ver.
As pessoas presas às suas rotinas, os veículos presos ao seu condutor...
Não! Não! Lá começa ele outra vez!
O pensamento, sempre esse maldito pensamento...

Não penses, não penses, não penses...
Mas penso. E como penso, não só existo, mas anseio por não existir.

Se não pensasse seria tudo tão melhor.
Assim, nada que eu fizesse, nem tudo o que poderia fazer, seriam minha culpa.
Mas nada e tudo são efectivamente minha culpa. O tudo principalmente.